CAMPEÃO NACIONAL de Arlequim Português

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março 21, 2010

Escolher Reprodutores

"Uma boa ave reprodutora é aquela que possui carga genética para reprodução herdada dos pais.

Deve desenvolver a estrutura fisiológica viável para reprodução, desde a formação física geral, como também o desenvolvimento de todas as etapas de evolução de órgãos, das hormonas e do comportamento para a perpetuação da espécie, e por sua vez, destas características.

Devemos escolher machos produtores de boas fêmeas para cruzar com fêmeas reprodutoras de boas fêmeas.

Machos reprodutores de bons machos, para cruzar com fêmeas reprodutoras de bons machos.

Ou seja, as características de pai e mãe interferem tanto nos filhotes machos, quanto nos filhotes fêmeas.

Para uma ave ser um bom reprodutor tem que ter atingido a maturidade sexual, na qual os órgãos reprodutores e o sistema endócrino (órgãos e glândulas produtores de hormonas) estão em plena atividade.

Estas aves devem ter características genéticas e hereditárias boas, as quais expressam em seu fenótipo e comportamento reprodutivo seu potencial de reprodução.

Através do registro da árvore genealógica, ou seja, heranças genéticas dos antepassados, podemos ter maior precisão na escolha dos reprodutores.

Algumas espécies possuem padrões físicos que influenciam na escolha e seleçăo dos reprodutores.

Como é o exemplo das cores dos canários dos agapornís, das calopsitas, o canto dos curiós e bicudos, trinca-ferro, etc.

A partir do momento que todos os criadores de aves fizerem o controle destas características, será muito mais seguro e certo adquirir um reprodutor.

Esta análise e registros auxiliam na dinamização da criação e controle geral.

Devemos evitar cruzamentos com aves portadoras de fatores letais, ou deformidades genéticas conhecidas, ou mesmo a consanguinidade (cruzamento entre parentes).

As possibilidades de ser gerado um embrião com deformidades aumentam, podendo mesmo ocorrer morte embrionária durante alguma fase da incubação.

Adultos reprodutores saudáveis e bem alimentados e nutridos, geram ovos saudáveis para sustentação do embrião e do filhote na sua primeira semana de vida.

As fêmeas resistentes ás doenças, submetidas a controle de contaminação de parasitas, imunizadas com vacinações nas datas corretas, vivendo em ambiente com higiene, geram anticorpos que serão transmitidos através do ovo para o filhote.

Estes anticorpos, protegem o filhote até que seja imuno-independente, ou seja capaz de gerar sua própria imunidades.

Poderemos ter a morte do embrião na incubação, causada por vários motivos isolados ou associados, que no caso podem ser: contaminação da incubadora, ou mesmo da fêmea que choca, erros na incubação (oscilações de temperatura, erros de viragem, erros no controle da humidade); qualidade do ovo (níveis nutricionais pobres da gema, ausência de anticorpos maternos suficientes); somados a contaminação e falta de higiene ambiental.

A natureza é sábia, pois uma ave com problemas físicos, geralmente não sobrevive, muito menos se reproduz.

O homem favorece, muitas vezes, esta sobrevivência e multiplicação, podendo se tornar uma característica negativa para a espécie.

Toda a regra tem sua exceção, pois nem todas as características negativas impedem a reprodução da ave. " fonte desconhecida

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